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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Em março de 2013 a Associação Brasileira de Imprensa já havia alertado sobre o NOVOJORNAL

No dia 07 de março de 2013, o presidente da Associação Brasileira de Imprensa, Maurício Azedo, se manifestou a respeito do jornal on-line NOVOJORNAL cujo Diretor de Redação, Marco Aurélio Flores Carone se encontra preso desde o dia 21 de janeiro de 2014 devido a sete crimes cometidos. 

A prisão foi pedida pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e a juíza da 2ª Vara Criminal de Belo Horizonte, Maria Isabel Fleck, autorizou a prisão preventiva de Carone por considerá-lo um membro da quadrilha de falsários comandada por Nilton Monteiro.

A opinião proferida por Azedo tem uma relevância incontestável no atual cenário em que se discute a liberdade de imprensa. Quase um ano antes da prisão de Carone, Azedo se manifestou contrariamente à postura do NOVOJORNAL, mostrando que a ABI já havia alertado sobre os fatos que eclodiram na prisão do então Diretor de Redação

Em um trecho de sua declaração, o presidente menciona:

Manifestamos nosso repúdio e preocupação com o tipo de material que vem sendo reiteradamente veiculado pelo site www.novojornal.com cujo diretor-responsável é o senhor Marco Aurélio Flores Carone, que, apesar de tentar se apresentar como espaço jornalístico, vem produzindo "reportagens" com falsos conteúdos que se prestam a finalidades criminosas já reconhecidas pela Justiça.


Além desse ato de repúdio, Azedo deixou claro em sua manifestação que é contrário a qualquer forma de censura, preconceito e que o cidadão tem total direito de acesso à informação. No entanto, quando esta mesma liberdade é distorcida e utilizada para fins criminais, a sua postura é de inteira reprovação, pois tanto a ABI, quanto a Associação dos Magistrados Brasileiros – AMB, prezam pelo jornalismo ético baseado em fatos verídicos. A distorção desse panorama de liberdade beneficia pessoas como Carone, que segundo Azedo são “nocivos à democracia”.

A importância em conhecer essa declaração está em mostrar àqueles, que condenam a prisão de Carone, como a decisão da juíza Maria Isabel Fleck se distancia de qualquer “boato” e se configura como uma proteção ao inalienável direito de todos os cidadãos brasileiros à verdade.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Preso outro integrante da quadrilha de falsificação de Nilton Monteiro e do PT!

A Justiça de Minas gerais autorizou nesta segunda-feira (20), a prisão preventiva de Marco Aurélio Flores Carone, editor do “NovoJornal”. Em novembro do ano passado, o jornalista foi denunciado pelo Ministério Público Estadual por falsificação de documentos públicos e particulares, fraude processual, denunciação caluniosa, uso de documentos falsos, formação de quadrilha e falsidade ideológica.  De acordo com o promotor André Luiz Garcia, da Promotoria de Combate ao Crime Organizado, a prisão preventiva foi pedida porque Carone estaria atacando testemunhas que seriam ouvidas em um processo contra ele: “De 11 pessoas arroladas na denúncia, ele mencionou (no Novojornal) simplesmente 10, dizendo que elas estavam vinculadas a práticas criminosas”. A decisão também determina que o site do Novojornal saia do ar.

De acordo com o despacho da juíza, Carone é integrante de uma quadrilha liderada pelo falsário Nilton Monteiro, falsificador apontado como autor da Lista de Furnas, documento encomendado por Petistas para acusar políticos da oposição. “O grupo de delinquentes tem como líder a pessoa de Nilton Monteiro, atualmente preso, e como relações públicas o indivíduo que se passa por jornalista de nome Marco Aurélio Flores Carone, responsável pelo site “novojornal”, que nada mais é senão um balcão para os negócios do bando”.

  
No processo, a juíza cita inúmeras autoridades como pessoas que tiveram a imagem afetada pelas calúnias nas publicações do jornalista. “O fato é que a prisão preventiva do acusado encontra-se amparada no requisito da conveniência da instrução criminal, já que em liberdade poderá forjar provas, ameaçar e intimidar testemunhas, além de continuar a utilizar o seu jornal virtual para lançar informações inverídicas”. Segundo informações, o Novojornal recebia cerca de R$ 60 mil por mês de “financiadores”, com o objetivo visível de influenciar as pautas da publicação.

A cúpula Petista, visivelmente amedrontada pela prisão, já se encarregou de colocar a culpa na oposição. Portais e Blogs de esquerda acusam o PSDB de Minas Gerais de Censurar e perseguir o Editor. Rogério Correia, Deputado do PT acusado de estar envolvido na Fraude da Lista de Furnas, defendeu o “comparsa” e disse que convocará Carone para prestar depoimento na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia.

O desespero dos esquerdistas, só confirma o envolvimento de Marco Carone em mais um caso claro aonde a máquina de mentiras do PT funciona para assassinar a reputação de seus adversários.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Lista de Furnas: Mais uma MENTIRA do PT.

Mais uma vez, o PT está fazendo, o que sabe fazer de melhor: confundir. Como não possuem propostas, nem tampouco argumentos para debater, trazem a tona discussões sem o menor fundamento. Usando dessa estratégia, os partidários de Lula e Dilma mentem descaradamente a respeito da “Lista de Furnas”, documento que segundo os petistas, trazia nomes de líderes da oposição que teriam recebido dinheiro da estatal de maneira ilegal. Comprovaremos no entanto, como a tal lista é mais uma das tramoias petistas para desqualificar seus adversários.

As Mentiras 
A lista é comprovadamente falsa. Segundo Reportagem da Revista Veja, gravações feitas pela Polícia Federal  a que teve acesso, provam que na realidade, tudo estava sendo articulado por dois deputados do PT de Minas:

Reportagem da Veja relata como funcionou o esquema para incriminar os opositores do PT

Os falsários apresentaram duas listas. A primeira, uma cópia xerox, e a segunda, que deveria ser a original, mas era uma fraude ainda mais grotesca. Uma perícia da polícia revelou depois que havia discrepâncias significativas entre os dois documentos, e um jamais poderia ter se originado do outro. O grupo de estelionatários, porém, precisava levar o plano a frente e, para tentar conferir alguma autenticidade à armação, decidiu também forjar recibos assinados pelos políticos beneficiados. É a partir desse momento da trama que as gravações feitas pela polícia são mais reveladoras da ousadia dos petistas em usar a máquina do estado para cometer crimes. Há conversas entre o estelionatário Nilton Monteiro, o fabricante das listas, e os deputados petistas Rogério Correia e Agostinho Valente (hoje no PDT). Os diálogos mostram que, em todas as etapas da fabricação da lista, Nilton age sob os auspícios dos dois parlamentares, que lhe prometem, além do apoio logístico, dinheiro e, principalmente, “negócios” em empresas estatais ligadas ao governo federal como compensação pelos serviços prestados.

Em um dos diálogos, reproduzido pela Revista, o estelionatário Nilton Monteiro conversa com Simeão de Oliveira, assessor do deputado petista Rogério Correia. Eles combinam a fraude. Para dar autenticidade à chamada “lista de Furnas” era necessário a apresentação de recibos assinados pelos políticos acusados. Monteiro estava empenhado em arrumar as assinaturas para montar os documentos falsos.
Simeão: (…) Eu já estou aqui com José Carlos Aleluia.
Nilton: Vem cá, a assinatura dele é um JC. Parece um U.
S: Parece um M, isso.
N : Isso, então é isso mesmo. Então eu já recebi esse cara, viu?
S: É.
N: Não sei se é 75 000 reais ou 150 000 reais. Eu acho que é 75 000 o recibo dele.
S: O do Pannunzio.
N: Pannunzio é uma assinatura toda esquisita, né?
S: É um trem doido.
(…)
S: Quem mais? O Kassab.
N : O Kassab é um G Kassab.
(…)
S: Uai, então você tem esse trem tudo original, Nilton?
N: É lógico. Você fica na tua, sô. Por isso que eles estão tudo doido.
(…)
N: Rodrigo Maia é Rodrigo e o final Maia entre parênteses.
S: Ahn?N: Parece que é Rodrigo e depois um M.
S: Não, não é esse, não.
N: Então mudou a assinatura dele. Esse eu soube que ele tava mudando.
S: Não é, não.
N: Então, mudou. É Rodrigo…
S: Não, tem não.
N: Ih, então mudou a assinatura. Bem que falaram comigo, viu? Filho da p…, viu

Sem sombra de dúvidas
Para não deixar incertezas sobre o caso, o PSDB encomendou um laudo ao perito americano Larry F. Stewart, ex-integrante do serviço secreto dos Estados Unidos e especialista em fraude de documentos. No laudo, de 56 páginas, o perito assegura que o documento, trazido a público em 2006 pelo lobista Nilton Monteiro, é uma fraude grosseira. "Após análise da combinação de todas as incompatibilidades e fatores relatados, concluo que a fotocópia apresentada e o original da lista de Furnas são, de fato, fraudulentos", afirma.
Segundo Larry, "há indicações de que os dois documentos podem ter sido assinados pelo mesmo autor", o falsário. A relação de supostos beneficiários de caixa dois é descrita em cinco folhas assinadas pelo então presidente de Furnas Centrais Elétricas, Dimas Fabiano Toledo. O documento teria sido fabricado à base de colagem sobre folhas diferentes, com enxerto posterior de nomes e posição de assinaturas e rubricas falsas.

Mentira do PT
Visivelmente, a lista de Furnas foi uma manobra suja do PT, montada para desviar o foco do escândalo do mensalão no ano de 2005. Com essa artimanha, o PT pretendia "limpar sua barra" justificando que o caixa dois é uma prática comum entre todos os partidos. O PSDB acusa dois políticos petistas - o deputado estadual Rogério Correia (MG) e o ex-deputado estadual Agostinho Valente (hoje no PDT), de serem cúmplices na montagem da fraude, conforme revelou inquérito da Polícia Civil de Minas. Nilton Monteiro, já citado em outro post deste blog, está preso por estelionato e falsificação.

Os responsáveis: Nilton Monteiro, e os deputados petistas Rogério Correia e Agostinho Valente. 
Para conhecer mais casos similares a este, indicamos a leitura do livro de Romeu Tuma Jr., “Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado”. Na obra, o Delegado e ex-Secretário Nacional de Justiça, conta em detalhes, como opera a máquina do PT contra seus adversários.

Fontes:

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Nilton Monteiro - O Falsário do PT

Com a chegada de mais um ano eleitoral, políticos de diversas colorações partidárias se transformam no alvo preferencial daquele que o Ministério Público de Minas Gerais define como o “Midas da falsificação”. Trata-se de Nilton Antônio Monteiro, um antigo conhecido das delegacias de estelionato que costuma trafegar com enorme desenvoltura no eixo Minas-Rio-Brasília e que nos últimos 13 anos teria, segundo o promotor André Luiz Garcia de Pinho, movimentado cerca de R$ 1,3 bilhão com seus golpes e achaques.
Nilton Monteiro está preso no Complexo Penitenciário
Nelson Hungria, mas continua planejando seus golpes
Niltinho, como é chamado no Complexo Penitenciário Nelson Hungria, onde está preso, ficou conhecido nacionalmente em 2005, quando divulgou a famosa Lista de Furnas, uma relação com o nome de 155 políticos ligados ao PSDB que teriam recebido de forma irregular recursos da estatal para abastecer suas campanhas. Além de listar os nomes dos parlamentares e os supostos valores recebidos, Monteiro fazia ameaça com recibos que teriam sido assinados pelos próprios políticos ou por seus prepostos. Na ocasião, a denúncia mobilizou o Judiciário e emporcalhou muitas biografias. Mas perícias realizadas pela Polícia Federal atestaram que tudo era falso. Nas últimas semanas, o Ministério Público descobriu que o falsário dispunha de outra lista de Furnas, esta elaborada com nomes de políticos ligados ao PT. A relação petista foi encontrada em um dos computadores de Monteiro, apreendidos com autorização judicial.
“Esse cidadão não tem jeito. É, com certeza, um dos maiores falsários do País”, disse o promotor Pinho, na quinta-feira 12. Ele é o responsável pela denúncia que classifica Monteiro como o líder de uma quadrilha composta por mais cinco pessoas. Antes de se identificar como lobista, o falsário já se apresentou como médico oncologista. Até que a Lista de Furnas fosse definitivamente desmascarada, Monteiro frequentou diversos gabinetes em Brasília e costumava ser visto nos mais nobres restaurantes da capital. A muitos interlocutores se dizia proprietário de uma ilha e de vários terrenos na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, quando na verdade mora em um bairro na periferia de Belo Horizonte e não tem renda fixa. Comprovada a fraude, a partir de 2007 Monteiro acabou se aperfeiçoando na arte de falsificar notas promissórias, contratos de prestação de serviços e até títulos públicos. Com esses documentos falsos ele recorre ao Judiciário em busca de valores estratosféricos. São dezenas de processos em diversos Estados, inclusive em inventários. Na maior parte dos casos, apresenta-se como consultor.
Para tentar imprimir veracidade às suas histórias, Monteiro conta com outro membro da quadrilha que é definido pelo MP de Minas Gerais como o “relações-públicas do bando”, como registra a página dois da denúncia da 11ª Promotoria de Justiça da Comarca de Belo Horizonte. Trata-se de Marco Aurélio Flores Carone, editor de um jornal eletrônico chamado “NovoJornal”. Segundo o promotor, é por intermédio desse veículo que os falsários promovem linchamento moral daqueles que se opõem a eles e também divulgam falsas notícias a fim de dar ares de credibilidade às cobranças que Monteiro faz na Justiça usando os documentos falsos. “O ‘Novo Jornal’ atua como verdadeiro balcão para intimidação das vítimas da quadrilha, disseminação de papéis falsos criados pelo bando e divulgação de matérias enaltecendo o chefe dos quadrilheiros”, redigiu o promotor em sua denúncia de 39 páginas, datada de 12 de novembro. O Ministério Público também quer descobrir quem são os financiadores do “Novo Jornal”.
Em 39 páginas, o Ministério Público mostra 
como atua o grupo comandado por Monteiro

Nos golpes que Monteiro e seu grupo tentaram aplicar, os valores envolvidos são gigantescos. Contra o espólio do ex-deputado Sérgio Naya, ele tenta cobrar uma “dívida” de R$ 970 milhões. Contra Andréa de Cássia Vieira de Souza, Monteiro apresentou uma nota promissória de R$ 68 milhões com vencimento em 20 de agosto de 2008. O Ministério Público já comprovou a falsidade do documento, que foi fabricado em maio de 2010. Outra vítima é o ex-presidente de Furnas Dimas Fabiano Toledo. Monteiro apresentou uma nota promissória de R$ 5,9 milhões vencida em 10 de maio de 2010. O MP comprovou que o documento fora feito no computador do falsário em 13 de maio de 2013. Com esse histórico, os promotores de Minas entendem que Monteiro está entre as pessoas físicas que mais trabalho dão ao Judiciário, seja como réu, seja como autor de processos em busca de cobranças extraordinárias.